Ritmo Total Filme __hot__ Official
Para a geração que cresceu nos anos 80 e 90, Ritmo Total foi a primeira janela para o mundo do breaking. Meninos e meninas assistiam ao filme em fitas VHS gravadas da TV, pausavam, tentavam imitar o "popping" de Ozone e o "gliding" de Kelly. Foi um fenômeno sociológico.
Inicialmente cética, Kelly fica fascinada pelos movimentos orgânicos e elétricos do break e do popping. Ela decide mesclar seu jazz com o estilo de rua, formando um trisal artístico de sucesso. O grande conflito do filme é duplo: primeiro, convencer o coreógrafo quadrado do estúdio (o Sr. Franklin) de que a dança de rua é arte legítima; segundo, lidar com as gangues locais e a repressão policial que viam os dançarinos como vândalos.
Neste artigo, vamos mergulhar fundo no universo de Ritmo Total , explorando sua produção, seu elenco inesquecível, a trilha sonora explosiva, e porque este filme continua sendo uma referência obrigatória para dançarinos e amantes da cultura street. O ano era 1984. Nos EUA, o breakdance havia saído das festas de bairro no Bronx e se espalhado como um vírus pela Costa Oeste. Na Califórnia, grupos como os Rock Steady Crew e os Electric Boogaloos já eram lendas urbanas. Foi nesse caldeirão de criatividade que a produtora MGM/UA (Cannon Films) enxergou uma oportunidade de ouro. ritmo total filme
Ritmo Total Filme é a celebração da pura e simples alegria de se mover ao som de uma batida. Ele provou que qualquer calçada pode ser um palco e qualquer pessoa pode ter ritmo, desde que tenha coração. Se você nunca assistiu, pare tudo o que está fazendo e dê o play. Se você já assistiu... bem, você sabe que é impossível ficar parado.
(Ou, como diriam os locutores brasileiros: É o ritmo total, galera! ) Palavras-chave secundárias utilizadas: Breakdance anos 80, filmes de dança clássicos, cultura hip-hop, Shabba-Doo, Michael Chambers, trilha sonora Ritmo Total, filme Breakin’ 1984. Para a geração que cresceu nos anos 80
O legado do filme é a sua autenticidade coreográfica. As cenas de dança não são editadas de forma frenética como hoje; a câmera fica parada, mostrando os dançarinos em planos sequência. Você vê cada passada de mão, cada giro de cabeça no chão (headspin), cada onda pelo corpo (body wave).
Enquanto Flashdance (1983) mostrava uma dança ensaiada e glamourizada, Ritmo Total trazia a sujeira do asfalto, as latas de tinta spray e a energia crua dos guetos. Foi esse realismo que fez o filme ressoar tão fortemente, inclusive no Brasil, onde a favela e o centro urbano rapidamente se identificaram com a narrativa de superação e expressão artística. A sinopse de Ritmo Total Filme é simples, mas eficaz. Conhecemos Kelly (interpretada por Lucinda Dickey), uma garçonete e dançarina de jazz que sonha em se tornar uma grande artista. Enquanto treina em um estúdio tradicional, ela conhece dois dançarinos de rua: Ozone (Adolfo "Shabba-Doo" Quiñones) e Turbo (Michael "Boogaloo Shrimp" Chambers). Franklin) de que a dança de rua é
Diferente de filmes que tentavam “domesticar” a dança de rua, Ritmo Total foi revolucionário porque trouxe os próprios dançarinos das ruas para atuar e coreografar. O filme não foi feito por estúdios que olhavam a cultura hip-hop de cima para baixo; ele foi criado com e para a comunidade.
